A Infância que Não Podemos nos Dar ao Luxo de Perder

Outro dia, me peguei pensando na minha infância e não consegui evitar um sorriso. Eu passava as férias na casa dos meus avós. Brincávamos do lado de fora até o sol desaparecer, subíamos em árvores, jogávamos futebol na rua, voltávamos para casa cobertos de lama, ríamos até a barriga doer e, de alguma forma, ainda encontrávamos energia para continuar.

Havia tardes em que eu simplesmente me sentava ao lado da minha avó enquanto ela costurava roupas, fascinada pela paciência de suas mãos. Em outros dias, aprendia a consertar alguma coisa com meu avô, ajudava nas tarefas da casa ou inventava brincadeiras com meus primos que não precisavam de nada além da nossa imaginação.

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Observação: o artigo está disponível em inglês.